Há alguns dias comprei meu primeiro audiobook, confesso que demorei bastante para adquiri-lo, talvez por falta de coragem de arriscar um novo formato, talvez o preço e os títulos disponíveis. Sim, isso tudo conta, mas o que me deixava mais apreensivo era a qualidade, imagina você todo empolgado com aquele livro de aventura/ficção/fantasia e quando começa a escutar, quem está narrando é o Cid Moreira. Imaginou? Nem precisa ser o Mr. M para descobrir o truque.

Anteriormente, fiz algumas compras de pseudo-audiobooks no megaupload, mas, todos que encontrei eram áudios gravados de leitores de tela. Era tudo muito confuso, sem emoção, sem pausas dramáticas, sem sons de fundo, sem virgula, além de ser uma voz de máquina muito chata.

Então, encontrei meio que sem querer um site só de audiobooks, nele tive a oportunidade de escutar trechos dos capítulos, o mais legal é que tem a opção de comprar o livro de papel, CD com o audiobook ou os arquivos em MP3 para download, aí é que foi a minha perdição, comprei na hora. Assim que confirmaram o pagamento baixei os arquivos e como de praxe, aproveitei minhas horas de ócio no metrô.

Minhas impressões foram as melhores, gostei de tudo, da história, da dramatização e dos atores que emprestaram suas vozes. Para não dizer que tudo foi perfeito, tive que renomear os arquivos de continuação dos capítulos para que o celular reproduzisse na ordem certa, outro problema que me incomodou bastante foi a falta de padronização da pronúncia dos nomes dos personagens, no mesmo diálogo uma pessoa dizia Davi e a outra dizia David, por exemplo. Mas, juro que não vou falar mal das propagandas de áudio livro que apareciam vez ou outra no meio da história.

Gostei do audiobook e recomendo a experiência.

Escute um trecho deste livro no player abaixo:

Atendendo a pedidos, montei esse pequeno tutorial ilustrado de como traduzir um plugin já internacionalizado, tomaremos como base o plugin Simple local avatar.

Pré-requisitos para esta prática:

  1. Ter o wordpress instalado;
  2. Conhecer a estrutura de diretórios do wordpress;
  3. Ter o plugin Simple local avatar instalado;
  4. Ter o software poedit instalado;
  5. Ter o WPLANG do seu wp-config.php setado com a opção pt_BR; Ficando assim: define(‘WPLANG’, ‘pt_BR’).

Na prática:

  • Baixe e Descompacte a pasta do plugin dentro do diretório /wp-content/plugins
  • Abra o diretório do plugin Simple local avatar, lá você encontrará o diretório /localization.

Dentro do diretório /localization você verá os seguintes arquivos (ver imagem baixo)

Como este plugin não tem o arquivo .pot, tomei como base o catálogo simple-local-avatars-es_ES.po.

  •  Abra o arquivo e salve como simple-local-avatars-pt_BR.po
  • Clique na linha que deseja editar e traduza. Observe que a tradução é feita na parte inferior da tela (onde tem “permisos de Local Avatar”).

Abaixo veremos as frases traduzidas

Depois de traduzido (não necessariamente nesta ordem).

  • Clique no menu catálogo e escolha a opção configurações
  • Configure seu catálogo com as informações de acordo com a linguagem, país, nome do tradutor, email (ver imagem abaixo)

Pronto, agora é só salvar. O poedit criará automaticamente o arquivo simple-local-avatars-pt_BR.mo.

Agora, no seu wordpress, vá até o menu Usuários e clique em Seu perfil, e você verá que o plugin foi traduzido.

Arquivos:

Baixe os arquivos .po e .mo deste tutorial

Importante:

Aproveite para fortalecer a comunidade enviando seus catálogos traduzidos para o dono do plugin, com isso você vai ajudar várias outras pessoas.

Outros tutoriais sobre tradução no wordpress

Acho que acertei em cheio, sou daqueles que assiste televisão criticando o que passa, e a leitura me deu bagagem para criticar mais, não é por mal, mas é inevitável, não posso simplesmente engolir aquilo tudo que é empurrado sem lutar, é aquela famosa revolução de sofá, podemos reclamar sem sair do conforto do nosso lar, olhaí que beleza!! E ninguém precisa sair ferido.

Gostei da leitura rápida e sem compromisso, da pra ler durante aquele engarrafamento, naquela fila de banco que não anda, e ainda me rendeu alguns minutos de descontração enquanto prendia o riso em ambientes públicos.

O que não sai da minha cabeça o dilema do judeu, PRESUNTO GRÁTIS.

Sem dúvida um livro polêmico, logo de cara, seu título já deixa muitos te olhando torto, mas acho que para uma convivência sadia é importante saber escutar e entender o ponto de vista de outras pessoas, mesmo não concordando.

Como obra de ficção, ela aborda e preenche as lacunas existentes na história da maior personalidade da humanidade, Jesus cristo. Na minha opinião, não se trata de algo tão original, mas por outro lado é muito criativa e empolgante, a forma como os acontecimentos vão se cruzando e se interligando deixam aquele sentimento de “rapaz! E não é que faz sentido!?”. Então, acredito que o autor atingiu com sucesso seu objetivo.

Finalizando, aos Radicais de plantão, acredito que o livro não denigre em nada a personagem de Jesus, mas passa a mensagem do amor que ele deixou.

Ótimo livro.

Garota da Terra do Vento é o primeiro livro da trilogia das Crônicas do Mundo Emerso, e também o primeiro livro da jovem escritora italiana Licia Troisi. A resenha que segue pode conter spoilers.

Resumindo esta história em poucas linhas, no primeiro volume da série conhecemos Nihal, uma menina que sonha em se tornar uma guerreira, e Senar, um jovem aprendiz de mago. Ambos tiveram suas infâncias interrompidas por conta da guerra, são obrigados a deixarem seus lares e procuram cada um da sua forma – ela uma Guerreira e ele um Mago – estar na linha de frente para livrar o mundo das garras de um tirano.

Bem, claro que o livro não é tão curto assim, mas a quantidade de clichês me deixaram meio cético e meu alarme crítico quase chegou ao máximo. Mas, como só abandono um livro quando ele é cansativo, continuei lendo.

Logo no primeiro capítulo percebi que o personagem de Nihal é o típico Chosen one (escolhido), segue minha listinha:

  1. Filha de um ferreiro (o melhor da região);
  2. Órfã de mãe, e o pai sempre foge do assunto;
  3. Tenciona ser guerreira em vez de ser uma mulher convencional a sua época;
  4. Seus brinquedos são armas, e por sinal as maneja muito bem;
  5. É muito forte para uma menina de 13 anos;
  6. Tem uma aparência física diferente dos habitantes da região. Orelhas pontudas, olhos violeta e cabelo azul (tipo Restart);
  7. Existe um tirano, que usa magia para o mal e apronta altas confusões.

Não pude deixar de notar a semelhança com a trilogia de quatro (explico isso depois) livros de Eragon, Guerra nas estrelas e Forgoten Realms. Porém, após este início padrão de literatura fantástica, Nihal se mostra uma personagem anti-social, cabeça dura e impulsivo, faz tudo errado e na maioria das vezes se dá mal, e este aprendizado vai moldando seu carater e isto me fez ver o livro com outros olhos, confesso que se Nihal fosse boa em tudo e se torna-se uma cavaleira de dragão logo de cara estilo filmes de sessão da tarde eu teria abandonado sem pensar duas vezes.

Para mim o diferencial foi transformar os heróis em pessoas simples, nada de poderes infalíveis, lutas sem ferimentos e forças descomunais, mas também abordando amores platônicos, dúvidas, preconceitos e medo.

Num apanhado final, a garota do vendo não chega a ser algo novo, mas achei a história legal, acredito que para um público de infanto-juvenil está de bom tamanho e garante um bom entretenimento.

Sobre

Billy Blay é Desenvolvedor Web e formado no curso Superior Tecnológico em Sistemas para Internet da Faculdade Marista e pós-graduando em Gestão ágil de projetos no C.E.S.A.R.

Natal chegando, olha minha listinha ai!

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