Desenvolvedor web
Continuando a série de como traduzir um plugin chegamos à segunda parte, para quem perdeu o primeiro post leia aqui.
Neste post faremos a configuração do arquivo do plugin.
1 – Para começar a tradução é necessário configurar plugin, adicionando o trecho de código abaixo de preferência nas primeiras linhas do arquivo do plugin.
<?php load_plugin_textdomain('$dominio_do_plugin', "/wp-content/plugins/pasta_do_plugin/"); ?>
Exemplo:
<?php load_plugin_textdomain('wpp', "/wp-content/plugins/wp_portifolio/"); ?>
2 – Chegamos a parte mais trabalhosa, você terá que vasculhar todo arquivo do plugin em busca de frases e palavras a serem traduzidas.
Exemplo:
<h2>WP-portfolio Settings</h2>
<?php
$mode = 'add';
$title = 'Add a New Image';
?>
Existem duas formas de traduzir as linhas, são elas:
A primeira forma é usada para imprimir o texto na tela, semelhante ao echo do php e segunda é usada para traduzir variáveis.
Exemplo:
<h2><?php _e('WP-portfolio Settings', 'wpp');</h2>
<?php
$mode = __('add', 'wpp');
$title = __('Add a New Image', 'wpp');
?>
No próximo e último post da série criaremos o arquivo de catálogo, até lá.
Você é desenvolvedor wordpress?
Vira noites caçando plugins para implementar aquele freela?
Encontrou aquele plugin que atende todas suas expectativas, mas o danado está em outra língua e você precisa dele traduzido para colocar no site do cliente.
Seus problemas acabaram!
Conheça agora algumas maneiras de traduzir plugins e colaborar com a comunidade.
Se o plugin já vier com o arquivo .pot você já tem meio caminho andado, é só:
Se seu wordpress já estiver em português a tradução do plugin será instantânea, não é preciso ativar nada.
No próximo post da série mostrarei outras formas de tradução, até lá!
Um livro diferente de todos que já li, toda sua narrativa é baseada em diários e relatórios escritos ou gravados das personagens principais. Gostei bastante do clima de suspense, apesar de ter pouca ação houve momentos em que o coração ficava bastante acelerado.
Sobre as personagens, não conseguia deixar imaginar o Jonathan Harker sendo interpretado pelo Keanu reeves (no filme Drácula), o Van Helsing só me faz lembrar o Mel Brooks do “Drácula morto mais feliz“.
Tentei assistir ao filme intercalando cenas e capítulos do livro, mas logo desisti porque o filme se apresentou muito tosco logo nas primeiras cenas, e também existiu o velho problema de adaptações de livros para o cinema, muita coisa é suprimida ou alterada.
Afora a história do Drácula, o que me chamou bastante atenção foi o fato das personagens relatarem religiosamente suas vidas em diários e a escrever cartas para os seus amigos. Trazendo isso para nosso cotidiano, não conseguimos manter um padrão de relatos diários e muita coisa vai se perdendo no subconsciente, no meu caso costumo guardar pequenas coisas que estão atreladas a momentos da vida. Acho isso importante para manter marcos de lembranças sempre quando precisarmos deles (claro que isso gera muita quinquilharia, mas isso é outra história).
No mais, recomendo a leitura.
Fraco, sem sentido e sem graça. Opúsculo é uma paródia mal feita do filme Crepúsculo, não que o original me chame atenção, o que dizer de um vampiro que brilha no sol, é emotivo e que está há 150 anos no colegial. Antes que me perguntem, não vi e nem tenho vontade de assistir.
Apostei na paródia pois gosto bastante de comédias, e com certeza iria aprender algo para sacanear os vampirinhos de crepúsculo. Mas pelo visto me dei mal.
Opúsculo se apóia exclusivamente em Belle Goose, uma personagem desastrada, sem sal e sem gosto, que cai e derruba as coisas de formas mirabolantes o tempo todo. Nada me tira da cabeça que se Belle Goose fosse para os cinemas seria interpretada por aquela loira (Anna Faris) do filme todo mundo em pânico.
Indicado para quem gosta de besteirol americano estilo “Todo mundo em pânico“, “American Pie” e semelhantes, o que não é o meu caso. Não consegui esboçar nem um rápido sorriso.
Não vale o papel impresso.
Não sei se estou ficando tendencioso, pode ser até coincidência mas os escritores dos melhores livros estrangeiros que li são britânicos. Sei lá, vou ler mais um pouquinho alí.
Após o incidente que quase destruiu meu notebook 2 anos atrás, saiu no Diário de Pernambuco uma matéria falando do ocorrido.
Para quem não viu, segue o vídeo:
Link para as matérias:
O mais engraçado foi ter que tirar foto segurando um guarda-chuva para proteger o computador.