Você é desenvolvedor wordpress?
Vira noites caçando plugins para implementar aquele freela?
Encontrou aquele plugin que atende todas suas expectativas, mas o danado está em outra língua e você precisa dele traduzido para colocar no site do cliente.

Seus problemas acabaram!

Conheça agora algumas maneiras de traduzir plugins e colaborar com a comunidade.

1 – Categoria mel-na-chupeta

Se o plugin já vier com o arquivo .pot você já tem meio caminho andado, é só:

  1. Baixe e instale o programa poEdit;
  2. Vá até a pasta do plugin que contém os arquivos de tradução, e procure pelo arquivo .pot;
  3. Abra o arquivo .pot com o poEdit;
  4. Vá no menu “Arquivo > Salvar como” e adicione o idioma da tradução no final do nome do arquivo, no caso do português brasileiro escreva “-pt_BR“, ficando NomedoArquivoPot-pt_BR, depois clique salvar;
    • O arquivo será salvo com a extensão .po, ficando NomedoArquivoPot-pt_BR.po;
  5. Abra o NomedoArquivoPot-pt_BR.po com o poEdit;
  6. Traduza todas as frases e palavras listadas no arquivo;
  7. Salve as alterações;
    • Será criado automaticamente o arquivo NomedoArquivoPot-pt_BR.mo
  8. Faça o upload do arquivo .mo para pasta do plugin;

Se seu wordpress já estiver em português, a tradução do plugin será instantânea, não é preciso ativar nada.

No próximo post da série mostrarei outras formas de tradução, até lá!

update 16/08/11
Na época da publicação deste post eu não conhecia o Codestyling Localization, não usei ainda, mas meus amigos usaram e disseram que é muito bom.

Um livro diferente de todos que já li, toda sua narrativa é baseada em diários e relatórios escritos ou gravados das personagens principais. Gostei bastante do clima de suspense, apesar de ter pouca ação, houve momentos em que o coração ficava bastante acelerado.

Sobre as personagens, não conseguia deixar imaginar o Jonathan Harker sendo interpretado pelo Keanu reeves (no filme Drácula), o Van Helsing só me faz lembrar o Mel Brooks do “Drácula morto mais feliz“.

Tentei assistir ao filme intercalando cenas e capítulos do livro, mas logo desisti, porque o filme se apresentou muito tosco logo nas primeiras cenas, e também existiu o velho problema de adaptações de livros para o cinema, muita coisa é suprimida ou alterada.

Afora a história do Drácula, o que me chamou bastante atenção foi o fato das personagens relatarem religiosamente suas vidas em diários e a escrever cartas para os seus amigos. Trazendo isso para nosso cotidiano, não conseguimos manter um padrão de relatos diários e muita coisa vai se perdendo no subconsciente, no meu caso costumo guardar pequenas coisas que estão atreladas a momentos da vida. Acho isso importante para manter marcos de lembranças e termos à mão quando precisarmos deles (claro que isso gera muita quinquilharia, mas isso é outra história).

No mais, recomendo a leitura.

Fraco, sem sentido e sem graça. Opúsculo é uma paródia mal feita do filme Crepúsculo, não que o original me chame atenção, o que dizer de um vampiro que brilha no sol, é emotivo e que está há 150 anos no colegial. Antes que me perguntem, não vi e nem tenho vontade de assistir.

Apostei na paródia, pois gosto bastante de comédias, e com certeza iria aprender algo para sacanear os vampirinhos de crepúsculo. Mas pelo visto, me dei mal.

Opúsculo se apóia exclusivamente em Belle Goose, uma personagem desastrada, sem sal e sem gosto, que cai e derruba as coisas de formas mirabolantes o tempo todo. Nada me tira da cabeça que se Belle Goose fosse para os cinemas seria interpretada por aquela loira (Anna Faris) do filme todo mundo em pânico.

Indicado para quem gosta de besteirol americano estilo “Todo mundo em pânico“, “American Pie” e semelhantes, o que não é o meu caso. Não consegui esboçar nem um rápido sorriso.

Não vale o papel impresso.

Não sei se estou ficando tendencioso, pode ser até coincidência, mas os escritores dos melhores livros estrangeiros que li são britânicos. Sei lá, vou ler mais um pouquinho ali.

Após o incidente que quase destruiu meu notebook 2 anos atrás, saiu no Diário de Pernambuco uma matéria falando do ocorrido.

Para quem não viu, segue o vídeo:

Imagem de Amostra do You Tube

Link para as matérias:

O mais engraçado foi ter que tirar foto segurando um guarda-chuva para proteger o computador. Esses fotógrafos criativos.

Neste domingo dia 07/03/2010, voltei ao zoológico do Recife após 20 anos, e sinceramente acho que não volto nem tão cedo, motivos:

  1. Poucos animais interessantes;
  2. A quantidade de grades sobrepostas dificultam visualizar os animais;
  3. A única atração era um leão;
  4. Os tigres ficavam num cubículo fedorento;
  5. Além de pagar para entrar, é necessário pagar novamente para ver uma outra exposição.

Entendo que quanto menos animais num zoológico, mais ficam na natureza (pelo menos na teoria) e não gosto de ver animais presos em gaiolas, no entanto esse lugar parecia mais um cativeiro. Entendo também que existem pessoas mal educadas que jogam objetos nos animais.

Em se tratando de diversão, acho que ela ficou reservada para crianças, que por sinal aproveitaram bastante e vão guardar boas lembranças.

Nas minhas lembranças de infância, havia um urso polar (acredite haahaha), era uma coisa meio zoológico do desenho madagascar (bobinho).

Tentei aproveitar ao máximo o passeio, seguem algumas fotos
no Flickr

Sobre

Billy Blay é Desenvolvedor Web e formado no curso Superior Tecnológico em Sistemas para Internet da Faculdade Marista e pós-graduando em Gestão ágil de projetos no C.E.S.A.R.

Natal chegando, olha minha listinha ai!

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